16.6.19

O DIA QUE LEO TIROU O "CABAÇO" DO MEU CUZINHO

Sexta-feira, hora do almoço, fomos ao cafofo (esse é o nome do lugar secreto onde nos encontramos) fazer estripulias, meter gostoso! O tesão era grande, principalmente porque de uns tempos para cá, começamos a nos provocar com estorinhas de dominador e submissa.
Naquele dia havia algo diferente no ar, uma conversinha de comer meu rabinho. Leo já havia feito uma tentativa, mas, como doeu muito, eu não consegui relaxar, o "cofrinho" ainda continuava intacto. Eu, Carolzinha, com quase 50 aninhos, nunca tinha dado o cuzinho.
Tiramos a roupa e fomos para a cama. O pau dele estava duro, e não me contive o chupei-o bem gostoso. Me esbaldei... até que inesperadamente, ele me pegou, virou-me de bruços, abriu minhas pernas e me colocou de quatro.
Estava eu ali, totalmente com a buceta e meu cu abertos esperando ser fodida pelo seu pau. Leo não vacilou - passou a língua no meu cuzinho, lambuzou de gel, enfiou o dedo bem devagar e depois colocou o pau no meu rabinho. Para relaxar, enquanto ele enfiava a rola, eu fazia movimentos circulares no meu grelinho.
Uau! Foi uma mistura de dor e tesão. 

Leo socou forte a rola no meu cuzinho fazendo eu sentir as bolas do saco dele batendo na minha buceta. Estava muito molhada, era todinha dele. Gozei duas vezes!
Leo me virou de frente, prendeu meus braços acima de minha cabeça e de novo, começou a me fuder no cuzinho abertinho, mas agora de frente, olhando em meus olhos. Até que entre uma estocada e outra, ele explodiu gozando gostoso.
Meu cuzinho ardia de dor enquanto a minha buceta escorria de tesão.
Pronto! Desejo realizado. Ele queria "tirar o cabaço" do meu cuzinho e tirou!


Para chegarmos até esse ponto, foram anos de intimidade. Mais que isso - muita confiança para me entregar a um homem que não conhecia, mas que passei a conhecer porque iniciamos uma relação de trabalho lá trás. 
A relação profissional foi extrapolada para a pessoal onde se tornou uma relação frutífera de cumplicidade sexual, que construímos em cima de muita irracionalidade e paixão, ciúmes e de muita brigas e separações. 
Mas, o ingrediente que me mantem junto a ele, além do sentimento forte que sinto, é o tesão que caminha lado a lado com este outro sentimento. Uma relação especial, tipo "chave e fechadura". 
Permito ao Leo me dar uns tapas na bunda e na buceta, me chamar de putinha, de sua putinha, mas tudo isso ali, na cama do cafofo. Porque no final das contas, entre tapas e fodidas, o abraço apertado, o carinho, o olhar cheio de brilho sela toda essa cumplicidade de desejos sexuais tão intensos.
Casal Leo e Carol

2 comentários:

Nosso Conto Erótico disse...

Delícia de conto. Parabéns casal pelos anos de cumplicidade, amor e muito sexo! Aqui em casa também curtimos muito anal!!!!!!

Anônimo disse...

Que delícia de relato! Parabéns ao casal, já virei fã do blog!